Chuva seca no sertão

 

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É o pó seco nos frangalhos da sociedade que rompe no meio da caatinga.
No lamento do sertão que o pobre lavrador derruba as lágrima.
Nove filhos que regojizam-se com a própria saliva da boca.
É água não, é farinha, para matar a fome.
O olhar do pai contido banhado pela imensidão sem lírios, gado morto, tudo torto.
Sem chuva no triste destino
Pisa-se no chão e levanta a poeira, seco e banhando no suor
O desespero ardente, de ver que tudo morre
O bebê, sem leite, seca e morre
E tudo permanece igual na chuva seca do sertão nordestino.
Chuva seca no sertão

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